O termo “Senhorio” é utilizado para substituir o termo
“Feudalismo” porque consegue definir, de maneira mais
ampla, tanto as relações entre a aristocracia fundiária e
os camponeses, livres e não livres, quanto as relações
no interior da própria aristocracia. “Senhorio” permite
atentar para o fato de que a dominação aristocrática no
período medieval consistiu em um controle não somente
do espaço, mas também dos homens.
(Marcelo Cândido da Silva. História Medieval, 2023. Adaptado.)
A partir do excerto, compreende-se que o termo
“senhorio”
a) minimiza os aspectos econômicos e territoriais ligados
ao feudalismo.
b) abole as disputas entre os nobres na organização da
sociedade civil medieval.
c) consolida o poder político do rei sobre a nobreza
feudal.
d) restringe-se à aplicação de obrigações camponesas
frente à autoridade senhorial.
e) inclui diferentes formas de dominação existentes na
sociedade medieval.
O termo senhorio abrange a área de domínio de
um senhor feudal e ainda compreende a sujeição
dos indivíduos que vivem dentro desta extensão
territorial sob seu controle. O controle exercido
dentro desta noção de senhoria poderia ser de um
nobre em relação a outro nobreza com o exercício
da suserania e dos vínculos aos quais os vassalos
prestavam juramento ou, também, do senhorio em
relação aos servos dos feudos de deviam aos seus
senhores uma série de obrigações relacionadas ao
trabalho nos feudos.
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