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(FAMERP 2026) - QUESTÃO

[...] uma grande novidade, que marcou a história dessas cidades, foi a criação de espaços públicos, como a ágora e o fórum, centrais à cidade e independentes de qualquer instituição dominante, como um palácio ou um templo. A religião não deixou de ser fundamental, mas adquiriu outro caráter, cívico e público. Em termos arqueológicos, reconhecemos uma pólis grega por sua ágora e uma pólis romana, ou latina, por seu fórum. 
(Norberto Luiz Guarinello. História Antiga, 2013.) 

O excerto atesta que as pólis Antigas a) eram caracterizadas pela existência de espaços públicos abertos aos habitantes. 
b) viviam sob o comando fortemente centralizado do rei e dos anciãos. 
c) distribuíam suas edificações principais por áreas urbanas e rurais. 
d) tinham os espaços de culto e devoção íntima como sua marca mais destacada. 
e) dependiam de relações com outras pólis para obter recursos alimentares.

(UNIFESP) - QUESTÃO

 “Em todas as grandes civilizações que precederam a civilização grega, e de que ela foi tributária (assírio-babilônica, egípcia, fenícia, cretense), não se tinha visto nada de comparável em termos de comportamento social e práticas institucionais”. (Jean-Pierre Vernant, 1999.) 

O autor está se referindo 
a) à escravidão. 
b) ao politeísmo. 
c) à política. 
d) à ciência. 
e) ao comércio. 

(UNIFESP) - QUESTÃO

 “Nunca temi homens que têm no centro de sua cidade um local para reunirem-se e enganarem-se uns aos outros com juramentos. Com estas palavras, Ciro insultou todos os gregos, pois eles têm suas agorás [praças] onde se reúnem para comprar e vender; os persas ignoram completamente o uso de agorás e não têm lugar algum com essa finalidade”. (Heródoto, Histórias, séc. V a.C.)

O texto expressa 
a) a inferioridade dos persas que, ao contrário dos gregos, não conheciam ainda a vida em cidades. 
b) a desigualdade entre gregos e persas, apesar dos mesmos usos que ambos faziam do espaço urbano. 
c) o caráter grego, fundamentado no uso específico do espaço cívico, construído em oposição aos outros. 
d) a incapacidade do autor olhar com objetividade os persas e descrever seus costumes diferentes. 
e) a complacência dos persas para com os gregos, decorrente da superioridade de seu poderio econômico e militar.

(SANTA CASA) - QUESTÃO

Os gregos descobriram não somente a democracia, mas também a política, a arte de chegar a decisões por meio da discussão pública e, em seguida, de obedecer às decisões como condição necessária para uma existência social civilizada. 
(Moses I. Finley. Démocratie antique et démocratie moderne, 1976. Adaptado.)

O historiador afirma que os gregos da Antiguidade 
a) concediam ao conjunto dos habitantes da cidade o direito de participação nas assembleias. 
b) eram contrários a resoluções de divergências entre cidades-estados pelo confronto militar. 
c) reconheciam como legítimas as deliberações públicas instituídas por mecanismos coletivos de participação. 
d) conceberam como incompatíveis o funcionamento da assembleia de cidadãos com a exploração da escravidão. 
e) postulavam a igualdade econômica dos cidadãos como condição necessária à igualdade de direitos.

(FCMSCSP) - QUESTÃO

A afirmação de que os gregos se haviam “alfabetizado” no final do século VIII a.C., embora seja rigorosamente verdadeira, precisa ser modificada de forma considerável, porque, do contrário, nos levará a interpretações errôneas. A verdade é que algumas pessoas, em algumas cidades, sabiam ler e escrever; e sem dúvida a porcentagem dessas pessoas era maior nas democracias do que em outros regimes.
(J. T. Hooker. “Introdução”. In: Lendo o passado: a história da escrita antiga do cuneiforme ao alfabeto, 1996.)

A ligação entre a escrita e a organização política pode ser explicada pela

a) dependência das decisões coletivas às explicações filosóficas sobre a existência da humanidade.
b) participação nas guerras entre cidades gregas de indivíduos com ampla formação militar.
c) necessidade de conferir plena publicidade às manifestações da vida social para o conjunto dos cidadãos. 
d) concessão aos comerciantes estrangeiros alfabetizados do direito de participação na assembleia dos cidadãos.
e) fundamentação das leis da cidade nos textos religiosos de ampla circulação no mundo grego.

(FAMERP 2016) - QUESTÃO

A cidade grega é o modelo por excelência, origem e paradigma da democracia. É dela que retiramos as exigências constituídas de toda a política moderna. Mas a cidade grega não é uma democracia modelo. Ela funciona à custa de exclusões.
(Barbara Cassin et al. Gregos, bárbaros, estrangeiros, 1993. Adaptado.)

A afirmação do excerto é, aparentemente, contraditória, ao reafirmar a democracia grega como modelo e sustentar que o seu funcionamento era excludente. A aparente contradição ocorre porque

a) o governo era dirigido pela classe senatorial, embora os senadores fossem eleitos pelo conjunto dos cidadãos.
b) o poder político era exercido diretamente no interior das propriedades rurais, embora dele permanecessem afastados os que aravam a terra.
c) a pólis era internamente dividida em corporações de ofício, embora o governo geral fosse composto por um representante de cada uma delas.
d) a assembleia de cidadãos era formada por camponeses e artesãos, embora eles estivessem afastados dos assuntos  militares.
e) a participação dos cidadãos nas decisões públicas era plena e direta, embora mulheres, estrangeiros e escravos permanecessem fora da política.

(SANTA CASA-SP 2019) - QUESTÃO

A afirmação de que os gregos se haviam “alfabetizado” no final do século VIII a.C., embora seja rigorosamente verdadeira, precisa ser modificada de forma considerável, porque, do contrário, nos levará a interpretações errôneas. A verdade é que algumas pessoas, em algumas cidades, sabiam ler e escrever; e sem dúvida a porcentagem dessas pessoas era maior nas democracias do que em outros regimes. 
(J. T. Hooker. “Introdução”. In: Lendo o passado: a história da escrita antiga do cuneiforme ao alfabeto, 1996.)

A ligação entre a escrita e a organização política pode ser explicada pela 
a) dependência das decisões coletivas às explicações filosóficas sobre a existência da humanidade. 
b) participação nas guerras entre cidades gregas de indivíduos com ampla formação militar. 
c) necessidade de conferir plena publicidade às manifestações da vida social para o conjunto dos cidadãos. 
d) concessão aos comerciantes estrangeiros alfabetizados do direito de participação na assembleia dos cidadãos. 
e) fundamentação das leis da cidade nos textos religiosos de ampla circulação no mundo grego.

( Albert Einstein 2017) - QUESTÃO

“Por muito tempo, entre os historiadores pensou-se que os gregos formavam um povo superior de guerreiros que, por volta de 2000 a.C., teria conquistado a Grécia, submetendo a população local. Hoje em dia, os estudiosos descartam esta hipótese, considerando que houve um movimento mais complexo. Segundo o pesquisador Moses Finley, a 'chegada dos gregos significou a introdução de um elemento novo que se misturou com seus predecessores para criar, lentamente, uma nova civilização e estendê-la como e por onde puderam'.” 
Funari, Pedro Paulo. Grécia e Roma. São Paulo: Contexto, 2001. Adaptado.

Segundo o texto, a formação da Grécia antiga ocorreu 

A) de forma negociada, por meio de alianças e acordos políticos entre os líderes das principais tribos nativas da península balcânica. 
B) de forma gradual, a partir da integração de povos provenientes de outras regiões com habitantes da parte sul da península balcânica. 
C) de forma planejada, pela expansão militar dos povos nativos da península balcânica sobre territórios controlados por grupos bárbaros. 
D) de forma violenta, com a submissão dos habitantes originais da península balcânica a conquistadores recém-chegados do norte.

RESPOSTA: B

(UFPR-2008) - QUESTÃO (Q 0691)

”Xerxes não enviou arautos a Atenas e a Esparta para exigir a submissão dessas cidades. Dario os tinha enviado anteriormente com esse fim, mas os atenienses os haviam lançado no Báratro, enquanto que os lacedemônios atiraram‐nos num poço, dizendo‐lhes que dali tirassem terra e água para levarem ao rei. Espértias e Bulis, ambos espartanos de alta linhagem, ofereceram‐se para sofrer o castigo que Xerxes, filho de Dario, quisesse impor‐lhes pela morte dos arautos enviados a Esparta. [...] Partindo para Susa, foram ter à casa de Hidames, persa de nascimento e governador da costa marítima da Ásia. [...] Depois de convidá‐los a participar da sua mesa, assim lhes falou: ‘Lacedemônios, por que recusais de
tal forma a amizade que o nosso soberano vos oferece? Podeis ver, pela situação privilegiada que desfruto, que ele sabe premiar o mérito; e como tem em alta conta vossa coragem, estou certo que daria também, a cada um de vós, um governo na Grécia, se quisésseis reconhecê‐lo como soberano’. ‘Senhor – responderam os jovens – sabeis ser escravo, mas nunca experimentastes da liberdade, ignorando, por conseguinte, as suas doçuras. Se já a tivésseis algum dia conhecido, estimular‐ nos‐íeis a lutar por ela, não somente com lanças, mas até com machados’.” 
(HERÓDOTO. História. São Paulo: Tecnoprint, s/d)

Com base no texto de Heródoto e nos conhecimentos sobre o conflito entre gregos e persas na Antiguidade, considere as afirmativas a seguir:

1. A narrativa de Heródoto concebe o tempo como cíclico, uma vez que, para ele, o conhecimento da história permite a correção dos erros do passado.
2. Em seu texto, Heródoto atribui às Guerras Greco‐Pérsicas o significado de um conflito entre homens livres e escravos.
3. Heródoto demonstra, por meio da sua narrativa, que a inviolabilidade dos arautos, fundada no direito das gentes, era um costume político compartilhado por gregos e persas.
4. As atitudes dos atenienses e espartanos, narradas no texto de Heródoto, revelam por que os persas chamavam os gregos de “os bárbaros da Antiguidade Clássica”.

Assinale a alternativa correta.

(a) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
(b) Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
(c) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
(d) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
(e) Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.

_________________________
RESPOSTA: C

(UFSC) - QUESTÃO (Q 0690)

Os instrumentos são de vários tipos; alguns são vivos, outros inanimados; o capitão de um navio usa um leme sem vida, mas um homem vivo como observador; pois o trabalhador num ofício é, do ponto de vista do ofício, um de seus instrumentos. Assim, qualquer parte da propriedade pode ser considerada um instrumento destinado a tornar o homem capaz de viver; e sua propriedade é a reunião desse tipo de instrumentos, incluindo os escravos; e um escravo, sendo uma criatura viva, como qualquer outro servo, é uma ferramenta equivalente às outras. Ele é em si uma ferramenta para manejar ferramentas (Aristóteles (século IV a.C.). Política)

A escravidão era comum na Grécia Antiga. Em Atenas, Corinto e Mileto, quase toda a vida econômica dependia do trabalho escravo. Era freqüente encontrar o escravo trabalhando na agricultura, nas oficinas de artesanato, em serviços domésticos e nas minas. O modo como os gregos encaravam a escravidão ficou registrado em textos de filósofos da época, como o de Aristóteles, do qual podemos depreender que o escravo era visto como um

(a) ser vivo e humano, antes de tudo.
(b) instrumento de trabalho vivo e uma propriedade.
(c) cidadão com direitos, por ser uma criatura viva.
(d) servo para qualquer trabalho, que não podia ser vendido.
(e) trabalhador assalariado, explorado como ferramenta viva de trabalho.

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RESPOSTA: B

(UEL) - QUESTÃO (Q 0689)

Leia o texto a seguir. 

“[...] Com a boa sorte do Povo de Atenas. Que os legisladores resolvam: se alguém se rebelar contra o Povo visando implantar a Tirania, ou junta
conspiradores, ou se alguém atenta contra o povo de Atenas ou contra a Democracia em Atenas, se alguém cometeu algum destes crimes, quem o matar estará livre de processo. [...] Se alguém, quando o Povo ou a Democracia, em Atenas, tiver sido deposto, dirigir-se-á ao Areópago, reunindo-se em conselho e deliberando sobre qualquer assunto, perderá sua cidadania, pessoalmente e seus descendentes, seus
bens confiscados, cabendo à Deusa o dízimo [...].”
(Lei Ateniense contra a Tirania, 337 representando a Democracia Apud FUNARI, P. P. A. “Antigüidade Clássica. A história e a cultura a partir dos documentos”. Campinas: Editora da Unicamp, 2003. 2 ed. p. 90.)
A lei Ateniense contra a tirania de 337 a.C. insere-se na passagem da cidade independente para o estado imperial helenístico.
Neste contexto, analise as afirmações a seguir:
I. As póleis gregas encontraram–se, no decorrer do século IV a.C., crescentemente marcadas pelas disputas internas e externas.
II. Esse documento retrata os conflitos em Atenas, uma vez que sua leitura evidencia a necessidade de instrumentos legais para a defesa interna da democracia.
III. As póleis gregas encontravam-se em um momento de paz, no decorrer do século IV a.C., sem que houvesse o risco de atentados contra a democracia.
IV. Em um momento em que as cidades gregas perdiam sua autonomia, procurava-se preservar as relações de poder no interior da polis.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas.

a) I e III.
b) I e IV.
c) II e III.
d) I, II e IV.
e) II, III e IV.
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RESPOSTA: D

(UFPR) - QUESTÃO (Q 0689)

 “Xerxes não enviou arautos a Atenas e a Esparta para exigir a submissão dessas cidades. Dario os tinha enviado anteriormente com esse fim, mas os atenienses os haviam lançado no Báratro enquanto que os lacedemônios atiraram-se nos num poço, dizendo-lhes que dali tirassem terra e água para levarem ao rei. Espértias e Bulis, ambos espartanos de alta linhagem, ofereceram-se para sofrer castigo que Xerxes, filho de Dario, quisesse impor-lhe pela morte dos arautos enviados a Esparta. [...] Partindo para Susa, foram ter à casa de Hidames, persa de nascimento e governador da costa marítima da Ásia. [...] Depois de convidá-los a participar da sua mesa, assim lhes falou: ‘Lacedemônios, por que recusais de tal forma a amizade que o nosso soberano vos oferece? Podeis ver, pela situação privilegiada que desfruto, que ele sabe premiar o mérito; e como tem em alta conta vossa coragem, estou certo que daria também, a cada um de vós, um governo na Grécia, se quisésseis reconhecê-lo como soberano’. ‘Senhor – responderam os jovens – sabeis ser escravo, mas nunca experimentastes da liberdade, ignorando, por conseguinte, as suas doçuras. Se já a tivésseis algum dia conhecido, estimular-nos-ei a lutar por ela, não somente com lanças, mas até com machados’.”
(“HERÓDOTO”. História. São Paulo: Tecnoprint, s/d, p. 340)  
Com base no texto de Heródoto e nos conhecimentos sobre o conflito entre gregos e persas na Antiguidade, considere as afirmativas a seguir:

1. A narrativa de Heródoto concebe o tempo como cíclico, uma vez que, para ele, o conhecimento da história permite a correção dos erros do passado.
2. Em seu texto, Heródoto atribui às Guerras Greco-Pérsicas o significado de um conflito entre homens livres e escravos.
3. Heródoto demonstra, por meio da sua narrativa, que a inviolabilidade dos arautos, fundada no direito das gentes, era um costume político compartilhado por gregos e persas.
4. As atitudes dos atenienses e espartanos, narradas no texto de Heródoto, revelam por que os persas chamavam os gregos de “os bárbaros da Antiguidade Clássica”.

Assinale a alternativa correta.

a) Somente as afirmativas 1 e 2 são verdadeiras.
b) Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
d) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
e) Somente as afirmativas 2, 3 e 4 são verdadeiras.

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RESPOSTA: C

QUESTÃO: HISTÓRIA GERAL (Q 0198)

(Unip-SP) “Eis os conselhos que um bom marido dá à sua mulher: É mais honesto para a mulher ficar em casa do que estar sempre saindo; e é mais vergonhoso para o homem ficar em casa do que fora, tratando de negócios. Portanto, deverás (tu, mulher) permanecer em casa, mandar acompanhar teus servos encarregados dos trabalhos externos e fiscalizar pessoalmente aqueles que trabalham dentro de casa. Deverás receber o que for trazido e distribuir as provisões que devem ser usadas; com relação ao supérfluo, tu deverás zelar para que não se gaste num mês o que estiver destinado ao ano inteiro. Entretanto, uma das tuas funções que, talvez, te agradará menos: se algum de teus escravos ficar doente, deverás cuidar dele até sua cura completa”.
(Xenofonte, Economia)
O texto acima trata da organização social da Grécia antiga. Com base nele, pode-se deduzir que a sociedade grega era
a) avançada.
b) igualitária.
c) atrasada.
d) matriarcal.
e) patriarcal.

RESPOSTA: E

QUESTÃO: HISTÓRIA GERAL (Q 0197)

(PUC) “(...) desapareceu para as cidades helênicas toda a possibilidade de criação entre si de um Estado imperial unificado, a despeito da sua recuperação econômica relativamente rápida dos efeitos da longa Guerra do Peloponeso: a própria paridade e multiplicidade de centros urbanos na Grécia neutralizava-as coletivamente para a expansão externa.”
Perry Anderson. Passagens da antiguidade ao feudalismo. Porto: Afrontamento, 1980, p. 47. Adaptado.

O texto refere-se aos resultados da Guerra do Peloponeso, que

a) determinou a hegemonia de Esparta sobre as demaiscidades-estados gregas, extinguindo a democracia emtoda a Grécia.
b) exauriu as cidades-estados gregas, dificultando sua defesa perante ameaças externas e avanços militares dentro e fora da Grécia.
c) estabeleceu o fim da militarização da sociedadeespartana e expandiu o modelo democrático ateniensepara o restante da Grécia.
d) rompeu o equilíbrio militar e financeiro entre ascidades-estados e facilitou a unificação política nacional.
e) representou a derrocada da monarquia grega, permitindo a instalação e consolidação da república.

RESPOSTA: B

QUESTÃO: HISTÓRIA GERAL (Q 0196)

(PUC) “Por natureza, na maior parte dos casos, há o quecomanda e o que é comandado. O homem livre comandao escravo (...). Estabelecemos que o escravo é útil para asnecessidades da vida.”
Aristóteles. Política (IV a.C.). Apud: Marcelo Rede. A Grécia Antiga. São Paulo: Saraiva, 2012, p. 33.

O texto, escrito no século IV a.C., indica que, no mundo grego antigo, a
a) democracia envolvia todos os moradores das cidades edo campo, sem fazer distinções de raça ou condiçãosocial.
b) escravidão era considerada natural e sua instituição permitiu a participação dos cidadãos na vida política.
c) democracia e a escravidão eram consideradas incompatíveis, pois apenas com liberdade geral e irrestrita éque se pode construir uma democracia.
d) escravidão permitia que todos os cidadãos pudessemdedicar-se apenas ao ócio, sem atuar na vida coletivada cidade.
e) democracia predominou, uma vez que todos eramconsiderados iguais e livres por natureza.

RESPOSTA: B