Mostrando postagens com marcador Império Romano. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Império Romano. Mostrar todas as postagens

(ALBERT EINSTEIN 2023) - QUESTÃO

As Guerras Púnicas (264-146 a.C.) contra Cartago foram relevantes para os romanos, pois relacionavam-se 
a) à expansão das fronteiras e ao combate à propagação do cristianismo. 
b) à ampliação do escravismo e ao domínio político-co - mer cial do mar Mediterrâneo.
c) à centralização monárquica e à diminuição do poder do senado. 
d) à decadência do império e à perda de territórios para os povos bárbaros. 
e) ao fim da política do pão e circo e à conquista dos tribunos da plebe.

(UNESP 2021) - QUESTÃO

 “Atualmente, muitos estudiosos acreditam que é possível identificar processos de globalização em sociedades pré-modernas, em vista de fenômenos como o encurtamento relativo das distâncias (através de meios de transporte e comunicação mais eficazes), maior conectividade entre regiões previamente isoladas [...].” (Rafael Scopacasa. Revista de História, no 177, 2018.)

A expansão romana pelo mar Mediterrâneo pode ser considerada um exemplo de “globalização em sociedades pré-modernas”, pois envolveu 
a) eliminação da influência helenista e homogeneização dos hábitos alimentares na zona mediterrânica. 
b) imposição do monoteísmo romano e unidade monetária em todas as províncias controladas. 
c) descaracterização cultural dos povos dominados e interrupção da circulação marítima na região. 
d) uniformização linguística no entorno do mar e intercâmbios culturais entre os povos da região. 
e) mobilidade intensa de bens e interdependência entre regiões e povos distantes.

(UNESP) - QUESTÃO

 Observemos apenas que o sistema dos feudos, a feudalidade, não é, como se tem dito frequentemente, um fermento de destruição do poder. A feudalidade surge, ao contrário, para responder aos poderes vacantes. Forma a unidade de base de uma profunda reorganização dos sistemas de autoridade [...]. 

(Jacques Le Goff. Em busca da Idade Média, 2008.)

Segundo o texto, o sistema de feudos 
a) representa a unificação nacional e assegura a imediata centralização do poder político. 
b) deriva da falência dos grandes impérios da Antiguidade e oferece uma alternativa viável para a destruição dos poderes políticos. 
c) impede a manifestação do poder real e elimina os resquícios autoritários herdados das monarquias antigas. 
d) constitui um novo quadro de alianças e jogos políticos e assegura a formação de Estados unificados. 
e) ocupa o espaço aberto pela ausência de poderes centralizados e permite a construção de uma nova ordem política.

(FMABC) - QUESTÃO

 A partir da Primeira Guerra Púnica o processo imperialista acentuou seu caráter economicamente voraz e militarmente implacável. Essa guerra abriu a perspectiva de conquistas territoriais não mais apenas restritas às cercanias de Roma. Mas foi a Segunda Guerra Púnica que de fato transformou a urbs numa potência imperialista. (Breno Battistin Sebastiani. “Guerra Justa e Imperialismo na Roma Republicana”. In: Revista de História, nº 148, 2003.)

O excerto trata da Roma republicana e faz referência 
a) ao período de maior extensão territorial da república, caracterizado pelo processo de “romanização” das regiões dominadas. 
b) à colonização das terras conquistadas como forma de solucionar a demanda por reforma agrária dos tribunos da plebe. 
c) ao controle político das províncias pelos generais romanos, no contexto da crise do Primeiro Triunvirato. 
d) à fase da expansão romana, marcada pela disputa pela hegemonia comercial do Mediterrâneo. 
e) à crescente expansão romana, consolidada com o domínio de territórios do Império Macedônio.

(SANTA CASA) - QUESTÃO

 A vitória total do cristianismo deu-se na época do imperador Teodósio, no final do século IV, que concedeu aos cristãos numerosos privilégios [...]. 

Enfim, o cristianismo passou de religião do imperador para religião oficial, primeiro convivendo com o culto aos deuses e, depois, proibindo de vez o paganismo. (Pedro Paulo Funari. Grécia e Roma, 2019.)

Para alguns historiadores, a oficialização do cristianismo no Império Romano simbolizou o fim do Mundo Antigo, pois 
a) caracterizou o prevalecimento da lógica medieval de que Deus deve ser representado à imagem e à semelhança dos reis e imperadores. 
b) provocou conflitos internos à sociedade romana, que acabaram por fragmentar social e politicamente o Império. 
c) demonstrou, com o desencadeamento da perseguição aos pagãos, o início da intolerância religiosa da Idade Moderna. 
d) impediu a constituição de alianças e negociações com os povos germânicos, que eram politeístas. 
e) revelou, com o triunfo do monoteísmo, o surgimento de uma nova mentalidade e a fusão entre Igreja e Estado.

(ALBERT EINSTEIN) - QUESTÃO

 O Império Romano, após a profunda crise do século III, tentou a sobrevivência através do estabelecimento de novas estruturas, que não impediram (e algumas até mesmo aceleraram) sua decadência, mas que permaneceriam vigentes por séculos. Foi o caso, por exemplo, do caráter sagrado da monarquia, da aceitação de germanos no exército imperial, da petrificação da hierarquia social, do crescente fiscalismo sobre o campo, do desenvolvi - mento de uma nova espiritualidade. (Hilário Franco Junior. A Idade Média: nascimento do Ocidente, 1988.)

O texto apresenta alguns elementos que se aprofundaram nos dois séculos seguintes e caracterizaram a transição entre 
a) a Alta Idade Média e a Baixa Idade Média, marcada, entre outros elementos, pela penetração de povos estrangeiros nos domínios do Império Romano e pela militarização do cotidiano. 
b) a Idade Média e a Idade Moderna, marcada, entre outros elementos, pela centralização do poder político nas mãos dos reis e as severas limitações na mobilidade social. 
c) a Antiguidade e a Idade Média, marcada, entre outros elementos, pela negação do caráter divino do imperador e pela transformação do cristianismo em religião do Estado. 
d) o Império Romano do Ocidente e o Islã, marcada, entre outros elementos, pela feudalização e pelo aumento da tributação sobre a produção agrícola. 
e) o Mundo Antigo e o Mundo Moderno, marcada, entre outros elementos, pelo desaparecimento dos grandes impérios e a consolidação dos Estados nacionais europeus.

(FUVEST 2018) - QUESTÃO

Os Impérios helenísticos, amálgamas ecléticas de formas gregas e orientais, alargaram o espaço da civilização urbana da Antiguidade clássica, diluindolhe a substância [...]. De 200 a.C. em diante, o poder imperial romano avançou para leste [...] e nos meados do século II as suas legiões haviam esmagado todas as barreiras sérias de resistência do Oriente. P. Anderson. Passagens da Antiguidade ao feudalismo. Porto: Afrontamento, 1982.

Na região das formações sociais gregas, 

a) a autonomia das cidades-estado manteve-se intocável, apesar da centralização política implementada pelos imperadores helenísticos. 
b) essas formações e os impérios helenísticos constituíram-se com o avanço das conquistas espartanas no período posterior às guerras no Peloponeso, ao final do século V a.C. 
c) a conquista romana caracterizou-se por uma forte ofensiva frente à cultura helenística, impondo a língua latina e cerceando as escolas filosóficas gregas. 
d) o Oriente tornou-se área preponderante do Império Romano a partir do século III d.C., com a crise do escravismo, que afetou mais fortemente sua parte ocidental. 
e) os espaços foram conquistados pelas tropas romanas, na Grécia e na Ásia Menor, em seu período de apogeu, devido às lutas intestinas e às rivalidades entre cidades-estado.


(UNESP 2017) - QUESTÃO


O mapa do Império Romano na época de Augusto (27 a.C. – 14 d.C.) demonstra 

a) a dificuldade das tropas romanas de avançar sobre territórios da África e a concentração dos domínios imperiais no continente europeu. 
b) a resistência do Egito e de Cartago, que conseguiram impedir o avanço romano sobre seus territórios. 
c) a conformação do maior império da Antiguidade e a imposição do poder romano sobre os chineses e indianos. 
d) a iminência de conflitos religiosos, resultantes da tensão provocada pela conquista de Jerusalém pelos cristãos. 
e) a importância do Mar Mediterrâneo para a expansão imperial e para a circulação entre as áreas de hegemonia romana.


(UEL) - QUESTÃO

Otávio tornou-se o primeiro imperador no período do alto império romano e a Pax romana impôs militarmente seu domínio hegemônico no cotidiano de diferentes povos da região norte da África e de grande parte da Europa. 

Com base nos conhecimentos sobre o Império Romano sob o governo de Otávio, considere as afirmativas a seguir.

I. Quando Otávio se tornou o primeiro romano a congregar o título de Augusto, implantou-se o culto ao governante, diferentemente dos dirigentes anteriores. 
II. Otávio buscou interferir no cotidiano dos romanos ao incentivar a constituição de famílias numerosas e impor punição às mulheres adúlteras. 
III. Sob seu governo, estabeleceu-se uma diferença dos governos anteriores pelo sistema de coleta de impostos, pois o Estado assumiu o papel que era dos publicanos. 
IV. A organização social dos romanos distribuídos em ordens sociais foi revisada e implantou-se a hereditariedade como critério privilegiado da diferenciação.

Assinale a alternativa correta. 

a) Somente as afirmativas I e II são corretas. 
b) Somente as afirmativas I e IV são corretas. 
c) Somente as afirmativas III e IV são corretas. 
d) Somente as afirmativas I, II e III são corretas. 
e) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.

(UFRGS 2017) - QUESTÃO

. Em setembro de 1555, foi assinada a chamada “Paz de Augsburgo”, tratado que deu um fim momentâneo às guerras de religião entre católicos e protestantes no Sacro Império Romano Germânico. 

Assinale a alternativa que contém uma das principais cláusulas desse tratado. 

a) A expulsão completa de luteranos e calvinistas de todos os territórios do Sacro Império Romano Germânico. 
b) A imposição do absolutismo ao Império por Carlos V, imperador calvinista hostil ao catolicismo. 
c) A divisão do Império em territórios católicos e luteranos, a partir do princípio cuius regio, eius religio
d) A incorporação formal dos territórios católicos do Sacro Império Romano Germânico ao Império Espanhol. 
e) A proibição total da profissão de fé católica em todos os Estados do Sacro Império Romano Germânico.