No Brasil, vivemos um cenário de contradições
diárias. Enquanto cientistas e estudiosos do clima
emitem alertas cada vez mais dramáticos sobre a
urgência de mudar o rumo, autoridades discursam sobre
sustentabilidade, mas agem de forma errática. Muitas
vezes, suas decisões colocam em risco o equilíbrio
ambiental do país, em nome de uma ideia ultrapassada
de desenvolvimento.
(www.brasildefato.com.br, 11.06.2025.)
No contexto apresentado pelo excerto, o desenvolvimento
citado expressa
a) um parâmetro da economia circular, que reinsere na
cadeia produtiva resíduos industriais.
b) uma relação sociedade-natureza equilibrada, que
atende às demandas econômicas de grandes
empresas.
c) um modelo de uso consciente de recursos naturais,
que associa a bioeconomia ao desenvolvimento
ambiental.
d) uma meta socioeconômica universal, que regula
exploração da natureza para conferir justiça social.
e) uma visão utilitarista da natureza, que ignora os
impactos sistêmicos provocados pela ação antrópica.
O excerto critica um modelo de desenvolvimento
ultrapassado, que coloca em risco o equilíbrio
ambiental ao priorizar decisões imediatistas e
interesses econômicos, ignorando alertas científicos
e os impactos sistêmicos da ação humana. Tal
visão corresponde a uma perspectiva utilitarista
da natureza, que explora o meio ambiente sem
considerar seus limites ecológicos.
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