Você já deve ter ouvido algumas vezes a expressão
“reforma da arquitetura financeira Internacional” —
esse tema tem a ver com o sistema de funcionamento,
dentre outros, do Banco Mundial e do Fundo Monetário
Internacional. E você sabe o que esse assunto tem a
ver com a sua vida? Muita coisa, com impactos, por
exemplo, no preço dos alimentos e da energia que todos
nós consumimos diariamente. Tem a ver também com
os empréstimos que países endividados tomam dessas
instituições, sempre com exigências pesadas que
acabam por comprometer uma economia já debilitada,
provocando inflação, desemprego e até instabilidade
política.
(www.gov.br, 05.10.2024. Adaptado.)
O evento que fundou as instituições citadas no excerto
e o nome dado às exigências por elas impostas para a
concessão de empréstimos são, respectivamente,
a) o Tratado de Versalhes e os programas de privatização
de empresas públicas.
b) a Conferência de Bretton Woods e as políticas de
austeridade fiscal.
c) a Conferência de Berlim e os projetos de flexibilização
de tarifas aduaneiras.
d) o Tratado de Madri e as propostas de realocação de
recursos financeiros estatais.
e) a Conferência de Estocolmo e as normativas sobre
cotas de importação.
As instituições citadas no texto (Banco Mundial
e FMI) foram criadas na Conferência de Bretton
Woods (1944) com o objetivo era reconstruir a
ordem financeira internacional do pós-guerra.
Tais instituições são conhecidas por impor, como
condição para empréstimos, políticas de austeridade
fiscal que incluem cortes de gastos públicos, redução
de investimentos estatais e ajustes econômicos
profundos em países endividados.
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