O conceito de Cidades MIL, isto é, Cidades Media
and Information Literacy (Cidades com Alfabetização
Midiática e Informacional), surgiu em 2018, durante
eventos da Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). É uma
evolução do conceito de Cidade Inteligente e Cidade do
Conhecimento, dado que, para serem verdadeiramente
sustentáveis, as cidades inteligentes também devem ser
cidades MIL. Isso implica educar, capacitar e empoderar
moradores e empresas para que estabeleçam redes
de cooperação e façam um uso crítico, ético, criativo e
responsável das novas infraestruturas e tecnologias que
oferecem as cidades contemporâneas. A ênfase desse
conceito, diferente dos anteriores, reside nos elementos
humanos e não nos tecnológicos.
(https://ceacom.com.br. Adaptado.)
O conceito de Cidades MIL, explicado no excerto, busca
a) padronizar a vida urbana, por meio da divulgação
unilateral das informações.
b) assegurar o acesso à internet, por meio da criação de
subsídios fiscais.
c) fortalecer o combate à desinformação, por meio do
uso criterioso das mídias.
d) democratizar as redes sociais, por meio da gratuidade
no acesso aos aplicativos.
e) expandir as cidades médias, por meio da distribuição
de infraestrutura digital.
O conceito de Cidades MIL (Media and Information
Literacy), conforme definido pela Unesco, centra-se na alfabetização midiática e informacional,
isto é, na capacidade de cidadãos, instituições e
empresas analisarem criticamente informações,
compreenderem o funcionamento das mídias,
utilizarem tecnologias de forma ética, responsável e
consciente e participarem ativamente da vida urbana.
O objetivo central não é assegurar gratuidade de
acesso, subsídios ou expansão de infraestrutura, mas
possibilitar à população enfrentar a desinformação,
a manipulação de dados e o uso acrítico das mídias,
fortalecendo a cidadania e a sustentabilidade urbana
a partir dos elementos humanos.
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