A crise do modelo fordista de produção, que se
evidenciou na década de 1970, desencadeou um longo
processo de reestruturação dos setores econômicos e
trouxe, em seu bojo, transformações nas esferas social e
política, a partir das mudanças no mundo do trabalho e
nas formas de atuação dos Estados nacionais.
SANTOS, Eliane C. A reestruturação produtiva – do fordismo à
produção flexível no estado de São Paulo. Editora UNESP. 2015.
(Adaptado)
Sobre a crise do modelo de produção fordista, analise as
afirmações a seguir.
I. O declínio no padrão de acumulação do modelo
fordista provocou uma recessão que, para ser
superada, exigiu ajustes que interromperam
décadas de crescimento econômico.
II. O modelo de desenvolvimento fordista, que estava
assentado na regulação econômica pelo Estado,
entrou em crise devido à rigidez do processo
produtivo e das medidas regulatórias.
III. A crise do modelo fordista foi superada pela
adoção de medidas que tornaram mais flexíveis os
processos de trabalho, as cadeias produtivas e os
padrões de consumo.
Está correto o que se afirma em
a) I, apenas.
b) I e II, apenas.
c) I e III, apenas.
d) II e III, apenas.
e) I, II e III.
A crise do modelo fordista de produção tornou
necessárias medidas que deram origem ao que é
alcunhado de Terceira Revolução Industrial – o
toyotismo – com flexibilização nas formas de produção, impactando processos trabalhistas (precarização de leis trabalhistas), as cadeias produtivas (com a
robotização, o trabalho qualificado) e os padrões de
consumo (aumento do preço de produtos e a costumização), e a adoção do modelo just in time.
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