Em 1580, o Brasil, com uma população de cerca de
60 mil habitantes, dos quais 30 mil eram europeus, havia
se transformado numa colônia de povoamento, embora
de tipo peculiar: uma colônia de agricultura tropical
capitalizada a partir da Europa, que supria uma demanda
europeia de produtos tropicais [...].
(Stuart B. Schwartz. “O Brasil colonial, 1580-1750: as grandes
lavouras e as periferias”. In: Leslie Bethell (org.). História da América
Latina: a América Latina Colonial, 1999.)
A exploração de produtos tropicais em grande escala na
colônia do Brasil, no século XVII, era ligada
a) à indústria do cacau, com utilização exclusiva de
trabalho indígena.
b) à produção de algodão, com exploração de mão de
obra imigrante.
c) ao engenho de açúcar, com predomínio do trabalho
compulsório africano.
d) à economia cafeeira, com introdução de trabalhadores
especializados.
e) ao comércio de produtos florestais, com emprego de
mão de obra livre.
A partir da implantação do Governo Geral no Brasil,
em 1548, a produção açucareira se desenvolveu
principalmente em Pernambuco e na Bahia (sendo
Salvador a sede do poder português na América).
Tal crescimento foi favorecido pelas condições
geográficas, pela proximidade dessas capitanias em
relação ao mercado europeu e também pelo acesso
às feitorias fornecedoras de escravizados africanos.
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