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(Albert Einstein 2024) - QUESTÃO

Ao se transpor a oração “Fizeram uma rápida enquete entre os vizinhos” para a voz passiva sintética, a forma verbal resultante será: 
a) Fariam. 
b) Fez-se. 
c) Fizeram-se. 
d) Tinham feito. 
e) Far-se-ia. 

(Albert Einstein 2024) - QUESTÃO

No período composto “Não só cortava pescoços de galinhas, como fazia isto com uma certa alegria assassina.”, há duas orações conectadas por uma relação de 
a) adição. 
b) condição. 
c) tempo. 
d) proporção. 
e) comparação.

(FATEC 2017/2) - QUESTÃO

No trecho “Deu um grito fraco e caiu.”, o sujeito dos verbos destacados é 

a) indeterminado, pois não se pode determinar a posição do pronome pessoal ela no trecho. 
b) desinencial, pois se subentende a conjugação do verbo com o pronome pessoal ela. 
c) composto, porque as ações dos dois verbos são atribuídas ao pronome pessoal ela. 
d) inexistente, pois o pronome pessoal ela não aparece na sentença. 
e) simples, porque o pronome pessoal ela está no singular.  

------------------------------------------------------------------------------------------------------- RESPOSTA: B

(FATEC 2017/2) - QUESTÃO

Na passagem “Entretanto, readquiriu-as assim que vibrou o primeiro golpe.”, a palavra as 

a) é objeto indireto do verbo readquirir, sendo o resultado da junção do artigo a e da preposição a. 
b) diz respeito ao machado, pois sua vibração mostrou as forças necessárias para o assassinato. 
c) rege o substantivo golpe, visto que ele exige esforço anterior para se consolidar. 
d) substitui o substantivo forças, a fim de evitar a repetição no texto. 
e) refere-se às têmporas, pois foi o local atingido pelo golpe. 

------------------------------------------------------------------------------------------------------- RESPOSTA: D

(FUVEST - 2017) - QUESTÃO

O prefixo presente na palavra “transpostos” tem o mesmo sentido do prefixo que ocorre em 

a) ultrapassado. 
b) retrocedido. 
c) infracolocado. 
d) percorrido. 
e) introvertido.
--------------------------------------------------------------------RESPOSTA: A

(FGV 2017) - QUESTÃO

A única frase em que o emprego do pronome “lhe” está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa é: 

a) O jogador estava convicto de que os torcedores iriam absolver-lhe. 
b) O freguês foi logo dizendo ao vendedor: no momento, não posso pagar-lhe. 
c) O atleta supôs que aquele treinamento poderia prejudicar-lhe. 
d) O réu entrou no tribunal, ciente de que o júri não lhe condenaria. 
e) Os netos, ao saírem, gritaram: nós lhe amamos, vovó.

_________________________________________ RESPOSTA: B

(FGV 2017) - QUESTÃO

Considerados no contexto, os termos sublinhados nos trechos “com agendas políticas deletérias” e “mera ocupação de espaço” podem ser substituídos, sem prejuízo do sentido, por: 

a) dissimuladas; fortuita. 
b) lesivas; plena. 
c) perniciosas; simples. 
d) intencionais; trivial. 
e) usurpadoras; efetiva.

_________________________________________ RESPOSTA: C

(FAMEMA 2017) - QUESTÃO

“Os habitantes desta terra já tiraram todos os poderes do rei”. Assinale a alternativa que expressa, na voz passiva, o conteúdo dessa oração. 

A) Todos os poderes do rei já tiraram os habitantes desta terra. 
B) Os habitantes desta terra já tiram todos os poderes do rei. 
C) Os habitantes desta terra já foram tirados por todos os poderes do rei. 
D) Todos os poderes do rei já foram tirados pelos habitantes desta terra. 
E) Todos os poderes do rei já são tirados pelos habitantes desta terra.

________________________________________ RESPOSTA: D

(FAMEMA 2017) - QUESTÃO

Assinale a alternativa em que ocorre um pleonasmo. 

A) “Dirão que as histórias que aqui relato são meras alucinações de contos de fada” 
B) “em sua labuta para adoçar as mazelas do povo” 
C) “trago notícias urgentes de um reino distante” 
D) “o que digo são coisas que tenho visto com os olhos que esta mesma terra um dia há de comer” 
E) “Os habitantes desta terra já tiraram todos os poderes do rei” 

________________________________________ RESPOSTA: D

(FAMEMA 2017) - QUESTÃO

“A inundação crescia sempre; o leito do rio elevava-se gradualmente; as árvores pequenas desapareciam; e a folhagem dos soberbos jacarandás sobrenadava já como grandes moitas de arbustos.” 

Nesse trecho, os verbos indicam 

A) fatos isolados, pontuais, inteiramente no passado. 
B) fatos no passado, anteriores a outros fatos também no passado. 
C) processos contínuos inteiramente no passado. 
D) processos contínuos que se estendem do passado até o presente. 
E) fatos que se repetem pontualmente no passado.

________________________________________ RESPOSTA: E

(FAMEMA 2017) - QUESTÃO

A estrada
Esta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho,
Interessa mais que uma avenida urbana.
Nas cidades todas as pessoas se parecem.
Todo o mundo é igual. Todo o mundo é toda a gente.
Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma.
Cada criatura é única.
Até os cães.
Estes cães da roça parecem homens de negócios:
Andam sempre preocupados.
E quanta gente vem e vai!
E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar:
Enterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por um
[bodezinho manhoso.
Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela voz
 [dos símbolos,
Que a vida passa! que a vida passa!
E que a mocidade vai acabar.

Manuel Bandeira 
(Estrela da vida inteira, 2009.)

“Estes cães da roça parecem homens de negócios”.

A função sintática do termo destacado no excerto é a mesma do termo destacado em:

A) “cada um traz a sua alma.”
B) “E tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar:”
C) “Cada criatura é única.”
D) “Nem falta o murmúrio da água,”
E) “Nas cidades todas as pessoas se parecem.”


________________________________________ RESPOSTA: E

(INSPER 2014) - QUESTÃO

Em “Hoje creio que ambas as partes tínhamos razão”, o autor recorre a uma figura de construção, que está corretamente explicada em 

a) silepse, por haver uma concordância verbal ideológica. 
b) elipse, por haver a omissão do objeto direto. 
c) anacoluto, por haver uma ruptura na estrutura sintática da frase. 
d) pleonasmo, por haver uma redundância proposital em “ambas as partes”. 
e) hipérbato, por haver uma inversão da ordem natural e direta dos termos da oração.

RESPOSTA: A

(Insper 2013) - QUESTÃO

Na passagem "Nossos resultados demonstram que as aptidões básicas de processamento de ortografia podem ser adquiridas na ausência de representações linguísticas", a oração destacada exerce a mesma função sintática que a oração sublinhada em

a) “... meia dúzia deles para que reconhecessem quando letras na tela de um computador formavam uma palavra ...” 
b) “Eles queriam saber se o processamento da informação ortográfica poderia ser feito...” 
c) “Se acertavam, ganhavam uma recompensa na forma de comida...” 
d) “... entre os linguistas e biólogos: a de que a capacidade de reconhecer palavras seria inseparável da lingua - gem...” 
e) “... reconhecer combinações (...) é algo que pode ter surgido na evolução bem antes de os seres humanos...”

RESPOSTA: B

(Insper 2013) - QUESTÃO

Em “... porque detinham o poder de compra”, o verbo deter está no pretérito imperfeito do indicativo. 

Se for transposta para o pretérito perfeito, a forma verbal será: 

a) detiveram. 
b) detêm. 
c) deteram. 
d) deterão. 
e) detém

RESPOSTA: A

(Insper 2013) - QUESTÃO

Quando a crase muda o sentido 
Muitos deixariam de ver a crase como bicho-papão se pensassem nela como uma ferramenta para evitar ambiguidade nas frases 
O emprego da crase costuma desconcertar muita gente. A ponto de ter gerado um balaio de frases inflamadas ou espirituosas de uma turma renomada. O poeta Ferreira Gullar, por exemplo, é autor da sentença "A crase não foi feita para humilhar ninguém", marco da tolerância gramatical ao acento gráfico. O escritor Moacyr Scliar discorda, em uma deliciosa crônica "Tropeçando nos acentos", e afirma que a crase foi feita, sim, para humilhar as pessoas; e o humorista Millôr Fernandes, de forma irônica e jocosa, é taxativo: "ela não existe no Brasil". 
O assunto é tão candente que, em 2005, o deputado João Herrmann Neto, (...), propôs abolir esse acento do português do Brasil por meio do projeto de lei 5.154, pois o considerava "sinal obsoleto, que o povo já fez morrer". Bombardeado, na ocasião, por gramáticos e linguistas que o acusavam de querer abolir um fato sintático como quem revoga a lei da gravidade, Herrmann Neto logo desistiu do projeto.
(Adaptado, Revista Língua, edição 48)

Na passagem “O assunto é tão candente que, em 2005, o deputado João Herrmann Neto, (...), propôs abolir esse acento”, o termo sublinhado, em sentido denotativo, significa 

a) ardente. 
b) polêmico. 
c) urgente. 
d) efêmero. 
e) obscuro.

RESPOSTA: B

(Insper 2013) - QUESTÃO

O diminutivo que aumenta

O diminutivo virou uma espécie de divisor de águas para o brasileiro. Em Portugal, onde a ambiguidade linguística tem menor voltagem e toda conversa arrisca-se a seguir o pé da letra, as pessoas tendem a flexionar o grau do substantivo com a consciência de que pão é pão, queijo é queijo – posto que um diminutivo serve é para diminuir e um aumentativo, para aumentar. Além-mar a ênfase é outra. Quando convém, o diminutivo funciona como aumentativo no Brasil, porque exploramos, como ninguém, o uso dos adjetivos com flexão típica do diminutivo, mas com função superlativa. (...) 
Disponível no nosso armazém de secos e molhados que é a língua, o adjetivo superlativo ficou reservado para ocasiões propícias. Comparado ao brasileiro, o português usa o recurso com imenso recato. 
(Adaptado, Revista Língua, n.º 1)

No último parágrafo, a língua é comparada a um armazém de secos e molhados porque, tal como nesse tipo de estabelecimento comercial, ela

a) oferece formas “customizadas”. 
b) apresenta caráter conservador. 
c) permite fazer permutas. 
d) é elitizada, acessível a poucas pessoas. 
e) comporta variedade de opções.

RESPOSTA: E

(Insper 2013) - QUESTÃO

Leia estas manchetes:

I – Câncer mata Hugo Chávez, líder populista da Venezuela (Folha de S. Paulo, 06/03/2013) 
II – Chorão é achado morto em apartamento de Pinheiros (Folha de S. Paulo, 07/03/2013) Considerando que as vozes verbais abrem um leque de possibilidades expressivas, é correto afirmar que 

a) em I, a opção pela voz ativa assume caráter de deboche ao enfatizar que o poderoso líder foi vencido por uma doença. 
b) em II, a construção na voz passiva analítica tem o intuito de colocar em evidência quem é o agente da ação expressa pelo verbo. 
c) em I, a predicação do verbo “matar” não permite, segundo a norma padrão, a transposição para a voz passiva analítica. 
d) em II, a omissão do agente da passiva acentua o mistério em torno da morte do cantor; já em I, o sujeito agente esclarece a causa da morte. 
e) em I, a opção pela voz ativa produz marcas de subjetividade que revelam um enunciador simpatizante do chavismo.

RESPOSTA: D

(PUC-PR 2016) - QUESTÃO

 Leia o texto a seguir e complete as lacunas com o elemento coesivo correspondente à informação contida entre parênteses. Depois, identifique a alternativa que contenha a sequência de elementos coesivos adequados a cada lacuna.  

Uma das crenças mais resistentes do pensamento que imagina a si próprio _______ (comparação) o mais moderno, democrático e popular do Brasil é a lenda da inocência dos criminosos pobres. Por essa maneira de ver as coisas, um crime não é um crime _______(condição) o autor nasceu no lado errado da vida, cresceu dentro da miséria e não conheceu os suportes básicos de uma família regular, de uma escola capaz de tirá-lo da ignorância e do convívio com gente de bem. _______(conformidade) as fábulas sociais atualmente em vigência, pessoas assim não tiveram a oportunidade de ser cidadãos decentes – e _______ (conclusão) ficam dispensadas de ser cidadãos decentes. Ninguém as ajudou; ninguém lhes deu o que faltou em sua vida. Como compensação por esse azar, devem ser autorizadas a cometer delitos – ou, no mínimo, considera-se que não é justo responsabilizá-las pelos atos que praticaram, por piores que sejam. Na verdade, _______ (conformidade) a teoria socialmente virtuosa, não existem criminosos neste país _______ (tempo) se trata de roubo, latrocínio, sequestro _______ (adição) outras ações de violência extrema – _______ (condição) tenham sido cometidos por cidadãos com patrimônio e renda superiores a determinado nível. E de quem seria, nos demais casos, a responsabilidade? Essa é fácil: “a culpa é da sociedade”. 
(GUZZO, J. R. Questão de classe. Veja, São Paulo, n. 22, p.98, 3 jun. 2015)


 A) tão, desde que, conforme, porque, conforme, mas, nem, a não ser que. 
B) como, se, de acordo com, por isso, segundo, quando, e, a menos que. 
C) tanto quanto, a menos que, conforme, porque, segundo, antes que, também, a menos que. 
D) tanto quanto, a menos que, segundo, portanto, segundo, depois, e, a menos que. 
E) como, a não ser que, de acordo com, porque, de acordo com, antes, também, a mais que.

RESPOSTA: B

(FUVEST 2013) - QUESTÃO (Q 0293)

V – O samba
À direita do terreiro, adumbra-se* na escuridão um
maciço de construções, ao qual às vezes recortam no
azul do céu os trêmulos vislumbres das labaredas
fustigadas pelo vento.
(...)
É aí o quartel ou quadrado da fazenda, nome que
tem um grande pátio cercado de senzalas, às vezes
com alpendrada corrida em volta, e um ou dois portões
que o fecham como praça d’armas.
Em torno da fogueira, já esbarrondada pelo chão,
que ela cobriu de brasido e cinzas, dançam os pretos o
samba com um frenesi que toca o delírio. Não se
descreve, nem se imagina esse desesperado
saracoteio, no qual todo o corpo estremece, pula,
sacode, gira, bamboleia, como se quisesse desgrudarse.
Tudo salta, até os crioulinhos que esperneiam no
cangote das mães, ou se enrolam nas saias das
raparigas. Os mais taludos viram cambalhotas e
pincham à guisa de sapos em roda do terreiro. Um
desses corta jaca no espinhaço do pai, negro fornido,
que não sabendo mais como desconjuntar-se, atirou
consigo ao chão e começou de rabanar como um peixe
em seco. (...)
José de Alencar, Til.
(*) “adumbra-se” = delineia-se, esboça-se.

Na composição do texto, foram usados, reiteradamente,

I. sujeitos pospostos;
II. termos que intensificam a ideia de movimento;
III. verbos no presente histórico.

Está correto o que se indica em

a) I, apenas.
b) II, apenas.
c) III, apenas.
d) I e II, apenas.
e) I, II e III.

(FUVEST 2013) - QUESTÃO (Q 0292)

TEXTO

A essência da teoria democrática é a supressão de qualquer imposição de classe, fundada no postulado ou na crença de que os conflitos e problemas humanos - econômicos, políticos, ou sociais - são solucionáveis pela educação, isto é, pela cooperação voluntária, mobilizada pela opinião pública esclarecida. Está claro que essa opinião pública terá de ser formada à luz dos melhores conhecimentos existentes e, assim, a pesquisa científica nos campos das ciências naturais e das chamadas ciências sociais deverá se fazer a mais ampla, a mais vigorosa, a mais livre, e a difusão desses conhecimentos, a mais completa, a mais imparcial e em  termos que os tornem acessíveis a todos.
Anísio Teixeira, Educação é um direito. Adaptado.

Dos seguintes comentários linguísticos sobre diferentes trechos do texto, o único correto é:

a) Os prefixos das palavras “imposição” e “imparcial” têm o mesmo sentido.

b) As palavras “postulado” e “crença” foram usadas no texto como sinônimas.

c) A norma-padrão condena o uso de “essa”, no trecho “essa opinião”, pois, nesse caso, o correto seria usar “esta”.

d) A vírgula empregada no trecho “e a difusão desses conhecimentos, a mais completa” indica que, aí, ocorre a elipse de um verbo.

e) O pronome sublinhado em “que os tornem” tem como referente o substantivo “termos”.