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(FAMEMA 2024) - QUESTÃO

O controle do mercado mundial foi a especificidade do capitalismo britânico. O mercado mundial do século XIX foi uma criação britânica, que o empresariado e o governo britânicos controlaram em conjunto desde o momento de sua formação, durante e imediatamente após as Guerras Napoleônicas, até o momento de sua desarticulação, durante e imediatamente após a Primeira Guerra Mundial. 

(Giovanni Arrighi. O longo século XX: dinheiro, poder e as origens do nosso tempo, 2013.)

O período histórico demarcado pelo excerto, das Guerras Napoleônicas à Primeira Guerra Mundial, corresponde, também, 
a) à dissolução do império colonial inglês com os movimentos socialistas e de libertação influenciados pela revolução bolchevista. 
b) à desorganização política das potências capitalistas e economicamente desenvolvidas face ao dinamismo econômico inglês. 
c) ao aprofundamento dos vínculos da industrialização inglesa com os mercados compradores das colônias e dos territórios independentes. 
d) ao controle do Congresso de Viena pelos ingleses e seus prejuízos com a reorganização das fronteiras após o fim da expansão militar francesa. 
e) à emergência da economia inglesa industrializada e dependente de empréstimos de outros países europeus.  

(UNIFESP) - QUESTÃO

 O processo de industrialização tardia verificado após a Segunda Guerra Mundial promoveu 

a) uma divisão territorial do trabalho baseada na troca desigual de commodities. 
b) a reunião de líderes de países pobres contra o capital internacional. 
c) uma articulação produtiva entre núcleos de países centrais e de países pobres. 
d) a atuação decisiva de países periféricos no Conselho de Segurança da ONU. 
e) uma frente de países ricos que atuou pela libertação colonial dos povos.

(UNESP ) - QUESTÃO

Considerando o processo de industrialização ocorrido no país, assinale a alternativa correta. 

a) A industrialização do Brasil não agravou as disparidades regionais e gerou a seguinte organização espacial: a produção concentra-se no Centro-Oeste do país e as demais áreas são fornecedoras de gêneros agrícolas, matérias-primas e mão-de-obra. 
b) A industrialização do Brasil agravou as disparidades regionais, porém não gerou uma organização espacial do tipo “centro-periferia”, pois quase todas as unidades federativas possuem expressiva produção industrial. 
c) A industrialização do Brasil agravou as disparidades regionais e gerou uma organização espacial do tipo “centro-periferia”, com a produção concentrada no Centro-Sul do país; as demais áreas são fornecedoras de gêneros agrícolas, matérias-primas e mão-de-obra. 
d) A industrialização do Brasil agravou as disparidades regionais, porém não gerou uma organização espacial do tipo “centro-periferia”, pois quase todas as unidades federativas do Nordeste possuem expressiva produção industrial, sendo que apenas as do Norte apresentam menor participação nesse setor da economia nacional. 
e) A industrialização do Brasil agravou as disparidades regionais e gerou a seguinte organização espacial: a produção concentra-se no Centro-Oeste do país e as demais áreas são fornecedoras de gêneros agrícolas, matérias-primas e mão-de-obra.

(ENEM 2016) - QUESTÃO

A geografia mundial da inovação sofreu uma reviravolta que mobiliza fatores humanos, financeiros e tecnológicos. Esforço humano: com 1,15 milhão de pesquisadores, a China dispõe de um potencial equivalente a 82% da capacidade norte-americana e 79% da europeia; segundo a National Science Foundation norte-americana, o país deverá concentrar 30% de todos os pesquisadores do mundo até 2025. Esforço financeiro: em 2009, pela primeira vez, a China apresentou um orçamento para pesquisa que a colocou em segundo lugar no mundo – ainda bastante longe dos Estados Unidos, mas à frente do Japão. Esforço tecnológico: em 2011, o país se tornou o primeiro depositante mundial de patentes, graças a uma estratégia nacional que visa passar do Made in China (produzido na China) para o Designed in China (projetado na China). 
CARROUÉ, L. Desindustrialização. Disponível em: www.diplomatique.org.br. Acesso em: 30 jul. 2013 (adaptado).

O texto apresenta um novo fator a ser considerado para refletir sobre o papel produtivo entre os países, representado pela 

a) aplicação da ciência e tecnologia no desenvolvimento produtivo, que aumenta o potencial inventivo. 
b) ampliação da capacidade da indústria de base, que coopera para diversificar os níveis produtivos. 
c) exploração da mão de obra barata, que atrai fluxo de investimentos industriais para os países. 
d) inserção de pesquisas aplicadas ao setor financeiro, que incentiva a livre concorrência. 
e) transnacionalização do capital industrial, que eleva os lucros em escala planetária.