Para ter o status de cidadão romano não bastava nascer
no espaço delimitado da cidade, afinal, os escravizados
não eram cidadãos — salvo se ganhassem a liberdade.
Ser cidadão era, na verdade, fazer parte do que Roma
tinha construído. Mas essa cidadania tinha níveis,
variando de uma cidadania completa àquelas de menor
poder, em suma, havia uma hierarquia de poderes dentro
dessa ideia de cidadania. Ser um cidadão romano,
então, era fazer parte de um ideário oriundo da educação
e respeitar os costumes antigos, estar disposto a
cumprir seus deveres solicitados por Roma e ter, em
contrapartida, seus direitos assistidos pelo governo.
(Carlos Carvalhar. “O que era ser um romano?”.
Jamaxi, no 1, v. 6, 2022. Adaptado.)
Segundo o excerto, a cidadania romana
a) reproduzia o modelo grego baseado na participação
em assembleias.
b) assegurava igualdade entre todos os cidadãos em
relação à influência política.
c) exigia participação na política conforme a tradição e a
legislação romana.
d) era atribuída pelo local de nascimento dentro do
espaço urbano de Roma.
e) garantia acesso a direitos civis para todos os
habitantes do Império.