Tal vanguarda rompeu radicalmente com a ideia de arte
como imitação da natureza, prevalecente na pintura
europeia desde a Renascença. Seus principais adeptos
abandonaram as noções tradicionais de perspectiva,
tentando representar solidez e volume numa superfície
bidimensional, sem converter pela ilusão a tela plana num
espaço pictórico tridimensional. Múltiplos aspectos do
objeto eram figurados simultaneamente; as formas
visíveis eram analisadas e transformadas em planos
geométricos, que eram recompostos segundo vários
pontos de vista simultâneos. Tal vanguarda era e dizia ser
realista, mas tratava-se de um realismo conceitual, e não
óptico.
(Ian Chilvers (org). Dicionário Oxford de arte, 2007. Adaptado.)
Uma pintura representativa da vanguarda à qual o texto se
refere está reproduzida em:
a) A
b) B
c) C
d) D
e) E
Nesse excerto, há reiteradas referências à deformação
da perspectiva tradicional de “As senhoritas de Avignon”, como exemplifica a passagem, entre outras”
“Múltiplos aspectos do objeto eram figurados simultaneamente; as formas visíveis eram analisadas e
transformadas e planos geométricos, que eram recompostos segundo vários pontos de vista simultâneos”.

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